Depois do que vimos em Demolidor, a Netflix se apressou em dizer que rolaria uma segunda temporada, a programação era fazer Demolidor, Jessica Jones, Punho de fero e Luke Cage, culminando na série Os defensores. Mas depois do que mostraram e da receptividade do público, uma segunda temporada era lógico, e anunciaram ainda Justiceiro nesta segunda temporada e uma futura série de Frank Castle. Enquanto tudo isso era anunciado chegava a Netflix a segunda série das prometidas: Jessica Jones, com a promessa de ser baseada na série ALIAS, HQ da personagem que foi um estrondoso sucesso.
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| Krysten Ritter |
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| Jessica Jones |
É a trama sombria que conseguiram em Demolidor que impera. E não o melodrama que costuma estar envolvido nos seriados de homens usando capas, ou arcos e flechas, ou mesmo aqueles que dizem ser o home mais rápido do mundo. Jessica Jones é alguém que teve uma experiência traumática, foi abusada... Pelo vilão de seriado tão bem colocado quanto foi o rei do crime em Demolidor, Killgrave, o homem púrpura das HQs, que tem o poder de fazer qualquer um fazer o que ele quer apenas falando para a pessoa fazer. E devido a isso, ela tem uma paranoia pelo vilão, de tudo que ele a fez passar, e ele tem uma obsessão por Jessica. Jessica é uma detetive particular superforte, que vive de ressaca e é propensa a casos compulsivos com bartenders, tá, o bartender em questão é o Luke Cage, o cara do próximo seriado com pele impenetrável, mas isso só deixou a série mais fantástica. Jessica Jones é a antiheroina atormentada e imperfeita que fez dos quadrinhos da Marvel campeões de vendas, explorando temas como preconceito, ódio, pobreza... E cai como uma luva para Krysten.
#LeandroSilvio



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